SISTEMAS PARA CONTROLE DAS EMISSÕES ACIDENTAIS DE GÁS CLORO.
O CLORO GÁS é principalmente um irritante das vias respiratórias. Em concentrações elevadas irrita as membranas mucosas, o sistema respiratório e os olhos.
Em casos extremos, a dificuldade em respirar pode aumentar até o ponto de ocorrer morte por colapso respiratório ou falência pulmonar. O odor característico e penetrante do cloro gás é facilmente percebido pelo olfato humano, gerando um alerta de sua presença no ar.
Em altas concentrações, ele também é visível como um gás amarelo-esverdeado. O cloro líquido em contato com a pele ou olhos poderá causar queimaduras químicas e/ou ulcerações por congelamento.
O gás cloro é usualmente embalado e transportado em cilindros de 40, 50, 68 e 900 Kg, é também, transportado a granel em carretas com capacidades entre 10 a 27 toneladas.
Um Estudo de Análise de Riscos (HAZOP) realizado em um sistema de cloração numa instalação de tratamento de água determinou as hipóteses acidentais abaixo descritas:
Ruptura catastrófica do cilindro.
Vazamento da válvula angular do cilindro.
Ruptura do “manifold” devido a corrosão.
Ruptura total do flexível do cilindro.
Vazamento através da válvula de segurança da carreta.
Ruptura da tubulação entre a carreta e o evaporador.
Ruptura catastrófica do evaporador.
Vazamento pelo dreno da válvula de alívio do clorador.
Ruptura catastrófica da carreta.
As instalações que manuseiam e armazenam cilindros ou carretas com gás cloro, devem ser projetadas conforme as determinações publicadas pelo “CHLORINE INSTITUTE”.